Caso Henry: desenhos feitos pelo menino mostram como ele via sua família e a casa onde morava com Jairinho

Matérias Oficiais(+10% Clicks) - Beatriz 15/04/2021 Relatar Quero comentar
 
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Amor materno é um sentimento único e incondicional, capaz de despertar a melhor versão das mulheres. Só quem é mãe sabe a força, a devoção e o amor que nasce em nós com a chegada dos filhos. 

A palavra mãe não é um substantivo. É um verbo. Ser mãe é cuidar, brigar, chorar, brincar, sorrir, ajudar, mudar, se preocupar, se irritar... mãe é saber amar.

Monique Medeiros da Costa e Silva de Almeida contou à psicóloga que fazia o acompanhamento terapêutico de Henry Borel Medeiros, de 4 anos, ter tido que buscar o filho no Colégio Marista São José, na Barra da Tijuca, onde ele estava matriculado havia uma semana, porque ele “chorou tanto”.

A troca de mensagens foi feita às 11h30 do dia 9 de fevereiro, uma semana depois de o menino iniciar as aulas. A conversa foi recuperada do celular de Monique pela Polícia Civil do Rio e foi obtida com exclusividade pela revista Época.

Na ocasião, Monique afirmou que à profissional que teria combinado com o filho que ele poderia ir para a casa de seus avós, em Bangu, quando fosse para a escola, obedecesse e parasse de chorar.

Em seguida, a postura da mãe foi elogiada pela profissional. “Muito bom esse seu posicionamento”.

Logo após, Monique enviou algumas fotos de desenhos feitos por Henry durante as aulas na escola.

Em uma das imagens, é possível ver rabiscos do que seriam as casas onde o menino viveria e algumas observações da professora. “Casinha do Henry e da mamãe” e “casinha de Bangu”.

Na imagem seguinte, onde o trabalho consistia em desenhar os membros da família, Henry fez alusão apenas a ele e a sua mãe, Monique.

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