Homem pede demissão e cria empresa que só contrata moradores de rua e pessoas vulneráveis

Matérias Oficiais(+10% Clicks) - Beatriz 03/08/2021 Relatar Quero comentar
 
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A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.

A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.

A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência.

Um argentino teve uma linda iniciativa. Jorge Luis Borge era gerente de uma empresa.

Certo dia, o segurança ligou para seu escritório e disse que tinha um homem que morava na rua querendo se candidatar a uma vaga de emprego na entrada do prédio. 

O segurança avisou que ia tirar o sem teto do local, mas decidiu avisar o gerente antes.

Jorge então o surpreendeu e disse que iria atender o homem. O segurança o advertiu que o morador de rua tinha mau cheiro, mas Jorge não se importou. 

Ele conversou com o andarilho e descobriu que seu nome era Aníbal, que ele tinha família e muita vontade de trabalhar e mudar de vida, mas não conseguia oportunidades por viver em situação de rua. 

Também lhe contou como é passar todas as noites a céu aberto, bem como não ter o que comer.

Após essa conversa, Jorge se deu conta que a maioria das empresas não busca dar oportunidades aos mais vulneráveis. 

Foi a partir daí que ele começou a sonhar com o empreendedorismo solidário, a fim colocar moradores de rua e outras pessoas em situação de vulnerabilidade social, em um emprego.

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