O presidente Jair Bolsonaro falou: "Botijão de gás poderia ser vendido a R$ 60, R$70 no máximo" em entrevista.

Matérias Oficiais(+10% Clicks) - Beatriz 28/07/2021 Relatar Quero comentar
 
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Botijão, bujão de gás ou garrafa de gás (também chamado em algumas regiões de botija ou bilha de gás) é o recipientes utilizado para a distribuição de gás de petróleo liquefeito (GLP), também conhecido como gás de cozinha, gás engarrafado ou ainda gás envasado (menos comum).

O GLP é um produto derivado do refino do petróleo. Sua sigla significa gás liquefeito de petróleo. No Brasil ele é conhecido como “gás de cozinha”, pois essa foi a sua aplicação inicial.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda-feira, 26, que o preço do botijão de gás para o consumidor final deveria ser de no máximo R$ 70 e novamente culpou tributos estaduais pelo valor elevado de produtos essenciais.

 “Poderia ser vendido a R$ 60, R$ 70, no máximo. Depende de o governador colaborar nesse sentido”, disse em entrevista à rádio Arapuan, da Paraíba.

Bolsonaro voltou a citar o valor do frete, o ICMS dos Estados e a margem de lucro dos vendedores para justificar o alto custo do gás, sem mencionar a responsabilidade do governo federal na alta dos preços.

 “O preço médio de um botijão de 13 kg lá onde ele é engarrafado é R$ 45. Imposto federal: zero. Então chega a 100, 110 como? Basicamente, é o ICMS, mais o preço do transporte a margem de lucro”, esquivou-se.

Bolsonaro afirmou que vai vetar qualquer aumento de impostos no texto final da reforma tributária e responsabilizou o Congresso por eventuais medidas de expansão da cobrança de impostos. 

No entanto, a proposta do próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, prevê limitar o uso da declaração simplificada do imposto de renda da pessoa física e a cobrança de tributos sobre lucros e dividendos. 

Segundo estimativa da Receita Federal, as mudanças resultariam em aumento de R$ 6,15 bilhões da arrecadação federal.

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