Bolsonaro ignora m0rtes por Covid, condena isolamento e confirma: “Destruíram a renda”

Matérias Oficiais(+10% Clicks) - Beatriz 05/05/2021 Relatar Quero comentar
 
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A pandemia de Covid-19 veio "de um dia para o outro" e impôs a todos novas regras, novos hábitos e a necessidade de adaptação. Em um momento de alta tensão, como este, cada um pode reagir de forma diferente. 

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não lembrou da triste marca atingida pelo Brasil de 400 mil m0rtes por coronavírus desde o início da pandemia.

Na transmissão ao vivo nas redes, ele preferiu, mais uma vez, condenar as medidas de isolamento adotadas por governadores e prefeitos para frear o avanço da doença.

“Lá atrás eu falava que temos de enfrentar o vírus, porque, infelizmente, ele ficará para sempre. O que a OMS disse esta semana? Quem temos de conviver com ele, porque ele vai demorar anos para ir embora. Se continuar a política do lockdown, igual o prefeito de Araraquara, o tal petista, que pede para ficar em casa, vai levar a cidade à miséria”, iniciou Bolsonaro.

O presidente também fez questão de enfatizar que o enorme desemprego no Brasil está totalmente ligado a política de lockdown, medida essa que foi recomendada pelas organizações de saúde.

“Lamentamos as m0rtes, chegou um número enorme de m0rtes. As políticas de isolamento causaram desemprego no país, sobretudo os informais, aqueles que não tinham carteira, mas sobreviviam. Eles perderam quase tudo. Teve uma massa que sobrevive de favor ou de auxílios”, declarou.

“A população na miséria dependerá cada vez mais do estado, e a tendência é dar um voto para quem dar muleta para ele. Não gostaria que tivesse isso tudo. Queremos atender a população que perdeu tudo. ”, completou ele.

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